PTI e Itaipu apresentam soluções tecnológicas sustentáveis no Latinoware

  • Comunicação Latinoware
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  • 2018/10/19

A relação da Itaipu Binacional e do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) com o uso de tecnologias livres é de longa data. Uma das provas disso é a própria realização conjunta do Latinoware pelo 15º ano consecutivo. Com exceção da primeira edição promovida em Curitiba, todas as outras ocorreram em Foz do Iguaçu e, neste ano, a “nova casa” é o Centro de Convenções.

Além da organização do evento, as duas instituições também aproveitam o Latinoware para mostrar ao público suas iniciativas desenvolvidas no setor. No estande do PTI, por exemplo, o público pode conhecer as ações do laboratório de Internet das Coisas – IoT desenvolvidas por meio do Centro Latino-Americano de Tecnologias Abertas (Celtab). Em uma delas, o objetivo é modernizar e aumentar a produtividade da agricultura regional levando levar conectividade aos equipamentos e aperfeiçoando as técnicas da Agricultura de Precisão.

A intenção é criar um sistema que conecte as estações das propriedades rurais da área de atuação da Itaipu, mesmo nos locais em que não há sinal de celular. A aplicação é feita por meio da programação de máquinas como colheitadeiras de precisão, que se baseiam em sistemas de rastreamento e navegação (GPS), além da geração de mapas de produtividade.

Já no estande da Itaipu são dois destaques: o passeio em realidade virtual à hidrelétrica com a utilização de óculos de realidade virtual, e a plataforma MoVE de Gestão de Mobilidade Elétrica, desenvolvida com características de software livre, utilizando produtos e ferramentas encontradas facilmente no mercado.

O projeto de compartilhamento de veículos elétricos conta com 17 veículos Twizy utilizados pelos colaboradores cadastrados e já evitou a emissão de toneladas de gás carbônico (CO2) na atmosfera. O MoVE permite que os usuários visualizem quantas viagens foram feitas, os percursos, a quantidade de CO2 que deixou de ser emitida, façam novas reservas dos veículos e vejam qual a autonomia do carro.

A longo prazo, a ideia é integrar na plataforma outros modais de transporte, como as bicicletas e os horários do transporte interno do PTI e da Itaipu. O MoVE contribui com o objetivo da hidrelétrica de descarbonização da mobilidade, alinhado com o Acordo de Paris sobre as alterações climáticas.

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