Latinoware

13ª Conferência Latino-americana de Software Livre

19 a 21 de outubro de 2016 Parque Tecnológico Itaipu – Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil

Competição para desvendar enigmas agita último dia da Latinoware

  • Pedro Lichtnow
  • Total de Acessos: 17

codigoEnigmas estavam escondidos em palestras, no site e materiais de divulgação da 13º Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware. Os desafios faziam parte de uma competição que termina na tarde desta sexta-feira (21), a Capture The Flag (capturar a bandeira). Quem participa coloca em prova conhecimentos de segurança da informação, como criptografia, engenharia reversa, exploração de binários de sistemas de rede e forense. (Matéria Leillane Dalla Benetta – foto Kiko Sierich)

Uma série de caracteres como “!$*?” tem como significado uma palavra. Quem decifra o código e descobre a palavra, tem a “flag” (bandeira). Esse é apenas um exemplo simples sobre os diversos enigmas propostos na competição. Foi a primeira Capture The Flag (CTF) da Latinoware e dezenas de pessoas se inscreveram.

O coordenador da grade da LatinSec, a programação sobre segurança da conferência, Alberto Azevedo, contou que, antes mesmo do início da Latinoware, na quarta-feira (19), o primeiro desafio já estava no site do evento. O primeiro, segundo e o terceiro colocados na competição receberam celular, kit camiseta, caneca e tablet. A equipe vencedora foi premiada com um passeio na Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Segundo Alberto, a primeira CTF da Latinoware foi um “laboratório” para sentir o envolvimento dos participantes e, na próxima edição, a competição está garantida. “O pessoal que trabalha com tecnologia gosta de desafios, é o que motiva muita gente a estar nessa área”, comentou.

A equipe RTFM, de São Paulo, preparou a primeira Capture The Flag da Latinoware. Rafael Bruno Trassi, o “Choko”, da RTFM, explicou que “hackear” – invadir um sistema -, é uma atividade ilegal. “O CTF é importante porque os organizadores põem isso à prova: pedem para você hackear, o que estimula o pensamento, o raciocínio, a capacidade de resolver problemas e pensar fora da caixa”. De acordo com ele, muitas empresas têm usado esse modelo para a contratação de profissionais ou até mesmo oferecido dinheiro para quem encontra problemas (bugs) no sistema. “Em 2015, por exemplo, teve um brasileiro que descobriu uma falha no Facebook e foi recompensado por isso”.

Segundo Rafael, a primeira CTF da Latinoware envolveu competições questões de diversas categorias – no estilo chamado Jeopardy -; ataque e defesa, que simula o ataque à uma rede; e desafios físicos, como, por exemplo, abrir uma fechadura. Quem não veio ao evento também pôde participar, mas perdeu algumas “flags” que só podiam ser vistas por aqueles que frequentaram as palestras e os estandes da conferência.

O programador Julio Isaias Iglesias, de Cidade Del Leste, no Paraguai, participou da CTF em uma equipe com outros três competidores do país. “Sempre quis participar de atividades desse tipo. Primeiro, porque gosto de desafios, e segundo porque aqui na América Latina os recursos na área não são tão bons quanto o que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos e na Europa. Esse é um bom começo”, avaliou. Julio contou que este foi o quarto ano que ele participou da Latinoware.

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