Latinoware

13ª Conferência Latino-americana de Software Livre

19 a 21 de outubro de 2016 Parque Tecnológico Itaipu – Foz do Iguaçu | Paraná | Brasil

Caixa de areia ensina mapas topográficos em realidade aumentada

  • Pedro Lichtnow
  • Total de Acessos: 11

img_4815Os consultores Francisco Machado de Oliveira Neto e Marcos Antonio Teixeira trouxeram para o Paraná, a primeira caixa de areia adaptada à realidade aumentada e virtual para o ensino de crianças e estudantes sobre mapas topográficos e linhas de relevo geográficos.

O dispositivo faz parte do projeto “Uso de Novas Tecnologias para Ensino de Ciências” nas escolas da rede pública, desenvolvido pelo programa social Estação Ciências, mantido pela parceria entre a Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu, a Celtab e o próprio projeto. “A nossa ideia é facilitar a interpretação e a compreensão sobre a topografia de cada região analisada, a partir da plena interação das pessoas com a realidade aumentada”, disse o especialista Francisco Neto, em palestra na Latinoware 2016.

O funcionamento da ferramenta é bastante simples através da integração com um computador convencional, permitindo, aos usuários moldar os mapas do relevo com as próprias mãos. “Devemos destacar ainda que o projeto é todo sustentado em software livre, no sistema operacional Linux”, frisou Marcos Antonio Teixeira, da Celtab.

Educação fortalecida – A caixa de areia em realidade aumentada foi desenvolvida em 2012, na Califórnia. No Brasil, existem apenas três protótipos e no Paraná o projeto é o primeiro a ser implantado pela Estação Ciências, espaço criado para popularizar, disseminar e fortalecer a educação científica nos ensinos fundamental, médio e superior.

A Estação Ciências mantém parcerias com diferentes instituições de ensino para a geração de processos formativos em todos os níveis educacionais. Com isso, estudantes têm a oportunidade de vivenciar na prática conceitos relacionados a ciências. Já os professores podem conhecer outras formas de ensino e aplicar em sala aula, despertando o interesse para metodologias ativas e investigativas de ensino. Até o momento, o projeto envolvei 31 instituições de ensino, com158 novas atividades pedagógicas organizadas em 2015 e 1.322 professores capacitados por meio do curso de formação continuada ‘’Pesquisar na Escola: a investigação científica na Educação Básica’’, ofertado na modalidade Educação a Distância (EaD).

 

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